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Por Acimacar | Postado em: 26/01 - 10:34
Bandeiras Defendidas pela Acimacar

1. Implantação do Complexo de Segurança Pública

O Complexo de Segurança Pública reunirá os órgãos estaduais de segurança do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Instituto Médico Legal (IML), Delegacia Cidadã, Instituto de Identificação, Patrulha Escolar, Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) e Pátio de Veículos Apreendidos.
Por meio da Lei Municipal nº 5.082/2018, o município está autorizado a repassar ao Governo do Estado uma área de 12.399,11m² localizada na Avenida Irio Jacob Welp, a qual será utilizada para a construção do Complexo de Segurança.
Apesar da garantia do terreno, ainda há pendências com relação ao projeto e construção. Em 2019, o Governo do Estado sinalizou positivamente para a implantação do Complexo de Segurança Pública caso município viabilize o projeto completo, incluindo projeto arquitetônico, estrutural, elétrico, hidráulico, logística, prevenção de incêndio e climatização, que tem custo estimado de R$ 400 mil.

 

2. Construção da Sede do BPFRON

A construção da sede definitiva do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) reflete uma antiga reivindicação de toda a comunidade do Oeste do Paraná para que o órgão possa continuar desempenhando um trabalho efetivo e de forma a intensificar seus resultados, consequentemente gerando maior segurança para toda a região.
Ela consolidará um grande investimento do Governo do Estado na área de Segurança Pública, por isso, trabalhamos para sensibilizar a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Governo do Estado sobre a importância da construção da sede própria do BPFron em nosso município.
O BPFron é presença importante no município de Marechal Cândido Rondon e as instalações definitivas permitirão uma estrutura ainda maior e com mais autonomia.

 

3. Contorno Oeste

Considerada uma das regiões mais produtivas do país, o Oeste do Paraná se viu ao longo dos últimos anos sendo deixado de lado quando se trata de investimentos em logística e infraestrutura. Mesmo diante da abertura de inúmeras empresas, especialmente indústrias, e da produtividade agropecuária bastante significativa, os governos não têm se sensibilizado para destinar mais recursos para construções e adequações que facilitariam o escoamento da produção para os portos e outras regiões do Estado e do país.
Em Marechal Cândido Rondon vem sendo constatado um problema gravíssimo: caminhões e carretas precisam trafegar pelo centro da cidade, causando inúmeros transtornos, como acidentes de trânsito, barulho próximo a escolas e mau cheiro devido ao transporte de animais vivos. Tudo isso gera imenso descontentamento junto à população.
Desde 2005, a Acimacar encabeça iniciativa pleiteando a construção de um novo contorno viário no município, o chamado Contorno Oeste, que deve ligar a BR-163 até a PR-467, o que desviaria o trafego de caminhões do centro da cidade.
A obra já está iniciou, mas solicitamos intervenção das entidades governamentais para que a mesma tenha continuidade, pois no momento está paralisada. Podemos dizer que o Contorno Oeste será considerado uma das mais importantes obras na área rodoviária do município e que atenderá as necessidades de transporte de toda a região Oeste, bem como motoristas de todo país e América do Sul que usam a rota Oeste do Paraná no eixo Norte-Sul.

 

4. Duplicação da BR-163 – Marechal Cândido Rondon a Guaíra

Considerando que a BR-163 é um dos principais corredores de escoamento da safra de grãos do Oeste do Paraná e do Estado do Mato Grosso do Sul e em função da sua importância e impacto na economia e no agronegócio, solicitamos a duplicação do trecho da referida rodovia entre Marechal Cândido Rondon e Guaíra.
A BR-163, entre Marechal Cândido Rondon e Guaíra, possui movimento intenso de veículos durante todo o ano, especialmente nos períodos de safra, quando um grande número de caminhões trafega pela rodovia, escoando a produção agrícola do Mato Grosso do Sul e da própria região Oeste do Paraná para o Porto de Paranaguá. Some a isso o tráfego de carros, motos, ônibus de turismo e escolar e até mesmo de ciclistas e temos uma situação crítica, que é a atual realidade da BR-163 entre Marechal Cândido Rondon e Guaíra.
 

5. Implantação de ramais da Ferroeste até Guaíra e Foz do Iguaçu

Além de grande produtor de grãos, o Oeste do Paraná é dono de um dos mais importantes entroncamentos rodoviários do País - recebe e distribui os fluxos das BR’s 277, 163, 369 e 467, além de inúmeras PR´s. Todavia, o transporte rodoviário não pode ser a única possibilidade escoadora da produção. Por isso o Governo do Estado investiu na construção de uma extensão ferroviária entre Guarapuava e Cascavel.
A Ferroeste precisa, para se consolidar e justificar os investimentos já feitos, de extensões que a aproximem das produções do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e até do Paraguai e Argentina. Há anos, as forças organizadas da região Oeste do Paraná lutam para convencer os governos estadual e federal da necessidade de implantar ramais que liguem a Ferroeste a Foz do Iguaçu e a Guaíra, este último ramal que passaria por Marechal Cândido Rondon.
Essa ferrovia, com suas extensões, é vital para aproximar a produção do Centro-Oeste brasileiro, do Paraguai e até da Argentina ao Porto de Paranaguá, a qual possui uma das maiores e mais sofisticadas estruturas em funcionamento na América Latina. Sem os referidos ramais há sobrecarga de fluxo principalmente de caminhões nas rodovias da região, o que aumenta custos e eleva os riscos de acidentes, com prejuízos enormes ao País.
 

6. Implantação de uma Universidade Federal

Com a implantação de uma Universidade Federal em Marechal Cândido Rondon, estaria sendo completado um ciclo do setor educacional, o que supriria a demanda hoje existente por mão de obra qualificada. Entendemos como de fundamental importância a criação de novos cursos de ensino superior para a continuidade do desenvolvimento de toda esta região, garantindo o fortalecimento das atividades econômicas já existentes e, da mesma forma, criando as bases para que novos setores possam encontrar as condições necessárias para aqui se estabelecerem.
A partir dessa ferramenta de ensino, será possível capacitar e formar profissionais nas mais diversas áreas, atendendo assim aos contínuos pedidos de mão de obra qualificada feitos por empresários dos mais variados ramos e entidades do setor produtivo.
Até que a estrutura física própria de uma Universidade Federal esteja pronta, a administração pública municipal locará as dependências de uma entidade de ensino particular do município que ficará à disposição da Universidade para a realização dos primeiros cursos. A Acimacar é parceira e, juntamente com outras entidades e órgãos públicos, compromete-se em auxiliar em tudo o que for possível e necessário para o funcionamento dessa instituição de ensino que há tanto Marechal Cândido Rondon reivindica.

 

7. Ampliação dos cursos da Unioeste – Campus de Marechal Cândido Rondon.

Fundada em 1980, quando integrou a Faculdade de Ciências Humanas de Marechal Cândido Rondon (Facimar), o campus rondonense da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) iniciou suas atividades com três cursos: Letras, Ciências Contábeis e História. Atualmente, oferece 12 cursos de graduação e cinco cursos de pós-graduação Stricto Sensu (mestrado, doutorado e pós-doutorado).
Frente aos 40 anos de história da instituição de ensino, demanda-se uma implantação de novos cursos, observando as demandas municipais e regionais de profissionais qualificados em diversas áreas e pesquisadores.
 

8. Municipalização do Trânsito

A Municipalização do Trânsito permite a implantação e regulamentação de uma Guarda Municipal e seus mecanismos para ordenação da utilização das vias públicas, como melhoria da sinalização, implantação de dispositivos para controle de velocidade no perímetro urbano, regulamentação de estacionamento rotativo no centro da cidade, entre outros instrumentos que culminarão na redução de acidentes, garantia de mais seguranças a pedestres, ciclistas e motoristas, bem como na diminuição da impunidade aos maus condutores.
 

9. Royalties da Usina de Itaipu

Desde 1985, os municípios diretamente afetados pela formação do Lago de Itaipu (Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Itaipulândia, Medianeira, Missal, Santa Helena, Diamante do Oeste, São José das Palmeiras, Marechal Cândido Rondon, Mercedes, Pato Bragado, Entre Rios do Oeste, Terra Roxa, Guaíra e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul) recebem percentuais de distribuição dos royalties que se tratam da compensação financeira pela utilização do potencial hidráulico do Rio Paraná para a produção de energia elétrica na Itaipu e são distribuídos aos municípios de forma proporcional a área alagada.
O Tratado de Itaipu, que garante o pagamento dos Royalties para as cidades afetadas pelo lago expira em 2023, quando, a priori, finda o pagamento da dívida contraída para a construção da usina.
Preocupados com o fim do atual Tratado de Itaipu, solicitamos mobilização da bancada paranaense no Congresso Nacional para que estes proponham a renovação do tratado, de forma a garantir pelos próximos anos o pagamento de royalties pela Binacional aos municípios lindeiros ao Lago de Itaipu. Os royalties representam uma parte importante da receita mensal da maioria dos municípios lindeiros, pois foram estes municípios afetados pelo alagamento de áreas produtivas, na qual é irreversível o prejuízo causado pelo impacto do lago.

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